Por Tatyane Rabêlo
Segundo informações do IBGE, nos últimos anos a população de Águas Claras triplicou e diante desse crescimento, que surpreende até mesmo especialistas, os problemas de infra-estrutura cresceram junto com a população.
Mas quem dúvida desse crescimento não precisa nem fazer uma pesquisa aprofundada para checar a informação, basta observar o número de carros que engrossam o engarramento dos arredores todos os dias. Nos horários de pico, o trânsito se estende para além das fronteiras da região, o que afeta a vida de motoristas de outros bairros e as buzinas ficam ensurdecedoras gerando um caos total.
O tráfego de veículos fica mais complicado pelas ruas serem estreitas. Sem ter onde estacionar, a falta de espaço para deixar os veículos gera outro problema, principalmente nas áreas comerciais.
A advogada Ângela Cristina Viana, 47 anos, que trocou a Asa Sul por Águas Claras há seis meses reclama da dificuldade de circular pelo bairro. “O trânsito daqui é muito ruim, não imaginei que o problema fosse tão grave. Me arrependi”, comenta Ângela. Ela critica ainda a falta de segurança, pois já teve seu apartamento furtado em plena luz do dia.
“Nas ruas, quadras, avenidas de Águas Claras sempre têm um caminhão atrapalhando, nessas horas nunca tem uma viatura da PM ou do DETRAN para resolver.” Reclama Antônio Domingo da Cruz, 67 anos.
Os inúmeros caminhões ficam pelas calçadas e dificultam a passagem inclusive dos pedestres, correndo também o risco de causar acidentes.
Segundo o diretor-geral do Detran, Coronel Jair Tedeschi, em reunião entre a Associação dos Moradores da cidade e autoridades públicas, já foram definidas algumas melhorias que ainda estão em andamento. No entanto até o momento a população presencia os acidentes e grandes engarrafamentos pela falta de sinalização e fiscalização.
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